O uso e a cobertura do solo no Brasil

Enviada em 03/07/2021

Em 1960 surgiu no Brasil, a Revolução Verde, que tinha o intuito de modernizar as práticas agrícolas em países subdesenvolvidos. Umas das novas práticas, seria o ultilização de “DDT” que é um perticída altamente perigoso no campo. Dessa forma, essa técnica de cultivo acabou sendo a iniciadora da degradação do solo brasileiro, porém, atualmente o Brasil ainda ultiliza esses tipos de agrotóxicos, bem como a falta de fiscalização dos órgãos ambientais para o controle do uso indiscriminado.

Em primeiro lugar, é importante destacar os problemas do uso de inseticidas no solo terrestre. A respeito disso, de acordo com o jornal O Globo, em 2020, o Brasil se tornou o país que mais usa agrotóxicos no mundo. Sob essa lógica, esses produtos químicos foram feitos para evitar que animais herbivoros devorem as vegetações e promova a facilitação do cultivo, porém, o uso indevido desenvolve um efeito adverso nas plantações, pois podem surgir futuras super-pragas, que sofreram mutações por conta do uso incorreto e também o solo pode ficar imediatamente implantável por conta da acidez que o composto químico causa ao ambiente terrestre.

Sob outro prisma, é imprescindível ressaltar a ausência do controle ambiental por parte do poder público. Análogo a isso, segundo o Ministério do Meio Ambiente(MMA): “em 2018, cerca de 16,5% das terras brasileiras estão desgastadas”. Nesse sentido, essa informação já revela a ineficácia dos órgãos ambientais em controlar os efeitos naturais da natureza e os provocados pelo ser humano, esses efeitos podem ser positivos ou negativos. Sendo assim, com a continuação do descaso público irá instantaneamente aumentar os índices de áreas degradadas e prejudicar umas das formas de ganhos econômicos do Brasil que é o agronegócio.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para solucionar esse imbróglio. Destarte, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, realizar mais investimentos na fiscalização ambiental, por meio da contratação de profissionais especializados no funcionamento do solo e realizar mais parceirias com ONG’s ambientalistas, a fim de promover mais conscientização para a agricultores que lidam com o uso de perticídas. Além disso, o poder Legislativo pode, ainda, providenciar leis mais rigorosas que protegem o meio ambiente, para evitar que surgem futuras super-pragas que dificultem o processo de plantação. Somente assim, a Revolução Verde poderá ser mais produtiva e saudável para a população brasileira.