O uso e a cobertura do solo no Brasil
Enviada em 21/10/2021
A história conta que os povos que eram nômades mudavam-se após extrair todos os recursos de uma região, mas com a descoberta de técnicas preservativas eles adquiriram estabilidade. No contexto atual, devido ao avanço tecnológico, há entendimento de variadas formas de usar o solo sem danificá-lo. No entanto, no Brasil, ainda é complexo de implementar esse conhecimento e o agronegócio é negligente com a cobertura.
Sob essa ótica, para usufruir desses recursos é preciso verbas. Nesse sentido, sabe-se que a agricultura familiar - que é baseada na subsistência de um pequeno grupo - não é tão rentável ao ponto de que essas pessoas consigam aderir à técnicas como biofertilizantes ou rotação de vegetais. Nesse contexto, conforme o site G1, cerca de 90% dos pequenos agricultores trabalham de forma insustentável - realizam queimadas e utilizam agrotóxicos - por ausência de capital para preservar melhorar a cobertura. Dado isso, o governo deve modificar essa situação.
Outrossim, vale ressaltar também a má conduta dos produtores. Desse modo, sabe-se que o agronegócio visa a exportação de alimentos e, consequentemente, o lucro. Dessa forma, esses trabalhadores, mesmo com condições financeiras de aplicar a sustentabilidade, acabam por praticar o mais vantajoso - ações que degeneram o território. Nesse viés, conforme a geografia, atitudes sustentáveis são aquelas que consideram as próximas gerações. Desse modo, as empresas desse ramo atum negligentemente por não conservar o solo para população que virá.
Evidencia-se, portanto, que medidas são necessárias para alterar essa realidade. Posto isso, cabe ao Estado - como agente provedor do bem-estar social - oferecer bônus financeiros, por meio do Ministério da Economia, aos trabalhadores que comprovarem que agem em prol do ambiente, a fim de preservar a natureza. Ademais, cabe as empresas modernizarem os serviços, para não danificar o terreno. Se assim for feito, a produção será sustentável.