O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 12/07/2020

No fim do século XX, Durante a Segunda Guerra Mundial, Hitler aplicou altos investimentos na base escolar alemã, o que corroborou no surgimento de grandes expoentes da ciência mundial, como Albert Einstein, tal fator influenciou diretamente na expansão do nazismo pelo mundo. Fora da historiografia, a realidade da educação brasileira é totalmente distinta, visto que essa é prejudicada por alguns fatores. Pode-se dizer, então, que não só a ínfima participação do Estado, mas também a mínima interação entre escola e aluno são as responsáveis pelo cenário descrito.

A priori, é nítido que todas as relações interpessoais e intrapessoais se baseiam no bloco de regras morais aplicadas pelo Estado, logo, nota-se a importância desse na vida de cada cidadão. Nesse sentido, qualquer causa ou projeto que traga benefícios ou adversidades para os moradores locais tem relação direta com tal órgão social. Posto isso, cabe frisar que, na classificação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), medida comparativa de nações, o Brasil se encontra na 79° posição, o que reflete pejorativamente a realidade brasileira.

Ademais, é indiscutível a importância de uma relação saudável e harmônica entre o ambiente escolar e  seus membros, os alunos. Segundo a Sociologia, disciplina que estuda as relações sociais na contemporaneidade, a instituição social escola seria uma das mais pragmáticas dos dias atuais, pois exerce grande poder coercivo sobre seus participantes. Dessa forma, o aluno que não reconhece os valores impostos por esse órgão social sofrerá as consequências no âmbito estudantil e, consequentemente, na sua vida pessoal.

Dado o exposto, infere-se que reformulações conjunturais são necessárias acerca da base escola nacional. Sendo assim, cabe ao Poder Legislativo, instância máxima na formulação de leis isonômicas, instaurar novos princípios estudantis e fornecer maior proximidade entre escola e estudante. Esse deve ser feito por meio de visitas periódicas de profissionais da educação às comunidades que comportam a maior quantidade de alunos carentes. Já aquela deve ser executada por intermédio de um suporte melhor qualificado das instituições públicas, por exemplo, materiais, ambiente escolar adequado, proteção, etc. Assim, a realidade educacional dos brasileiros será análoga a dos jovens alemães, porém sobre outras perspectivas.