O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 04/08/2020
O ex-presidente da África do Sul e vencedor do Prémio Nobel da Paz, Nelson Mandela, afirmava que, “A educação é arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo”. Assim, tendo em vista o pensamento de Mandela em comparação com a realidade brasileira pode-se ver que a educação é uma “arma” de valor inestimável no que se diz respeito a transformações sociais. Contudo, a evasão escolar, evento persistente no Brasil, dificulta que a educação atinja a sociedade como um todo. Primeiramente, vale ressaltar o poder que a educação tem de ascensão social e mudanças em comunidades violentas. Com isso, a fim de se ilustrar a importância do ensino para a sociedade brasileira, pode-se citar o filme “Escritores da Liberdade”, na obra uma professora por meio da escrita e leitura muda a vida e a perspectiva de jovens que viviam em uma comunidade violenta. Dessa forma, em um país violento como o Brasil a instrução é de suma importância para que essa realidade mude.
Outrossim, o Brasil tem, de acordo com um levantamento feito pelo Inep, um dos índices de evasão escolar mais altos do mundo no ensino médio sendo gerado, principalmente, pela pobreza e consequentemente a procura por um emprego. Destarte, os Institutos Federais, visando atenuar a desigualdade social entre os alunos e diminuir as desistências, distribuem auxílios aos alunos mais necessitados, assim diminuindo taxa evasão nessas instituições. No entanto, a realidade da demais escolas do país não refletem a realidade dos institutos, portanto ainda sofrem com o problema. Portanto, infere-se a necessidade de se resolver a problemática para que todos os jovens brasileiros possam ter a vida transformada pela educação. Para tanto, o Ministério da Educação (MEC) deve, por meio de sanções, aplicar o auxílio para crianças mais carente, como já ocorre nos Institutos Federais. Assim, tendo como efeito social a diminuição da evasão escolar, como resultdo tendo jovens e crianças educados e que possam transformar suas comunidades, como ocorreu em “Escritores da Liberdade”.