O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 21/08/2020

Muito se ouve sobre a escola ser a segunda casa, pois bem. Lá é onde a educação se completa com o que dizem os pais, onde é possível lapidar uma visão do futuro, do amanhã. Não por acaso a primeira fase da educação escolar é chamada de fundamental. É imperativo que a criança, ao sair dessa fase, tenha um troco de conhecimento e saiba que a sua formação não foi tradicional, foi inovadora.

Para resultar em pessoas transformadoras, é preciso criar novos paradigmas em relação ao papel da escola, que, indubitavelmente, é fundamental na construção de um novo futuro. Não somente os professores, como também os pais, somam grande resposabilidade nessa jornada de aprendizagem sociocultural. Todavia, Paulo Freire foi sensato ao exaltar “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens são mediatizados pelo mundo”.

Só para ilustrar, os livros de história contam um pouco da retrógrada maneira de aperfeiçoar  a população brasileira. Segunda Aristóteles, todos nascemos sem ética, sendo assim, através do estudo e de reflexão, todos podem ser melhorados, avaliados. Não se pode mais inviabilizar o caminho de uma criança que nascera em um país com diversas culturas e religiões diferentes. Chega de ensinar errado ou não ensinar sobre a moral e os bons costumes.

Enfim, é notório que algo vem sendo feito, que o ensino fundamental ainda é o melhor lugar para desenvolver uma sociedade melhor. Tendo a escola o seu papel, pedagogos e agentes socias fariam palestras em grupos, com alunos, antes ou depois das aulas. Onde pudesse ouvir sugstões e relatos, sanar dúvidas. Agentes socias tem, além do compromisso, o interesse em cuidar da educação em prol de uma sociedade exemplar.