O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 21/08/2020

Educação e transformação social

‘‘Se a educação sozinha não transforma a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.’’ A ideologia instituída pelo filósofo educacional Paulo Freire, cujo ensino pode moldar relações éticas e morais, reflete a possibilidade de mudanças e conflitos sociais no Brasil devido à fome e à desigualdade social. Portanto, deve haver mudanças efetivas antes que mudanças fundamentais possam ocorrer na sociedade.

Primeiramente, a gestão governamental é a principal culpada pela disseminação da desigualdade social. A lei do artigo 5º da Constituição Federal garante os direitos que devem ser respeitados, estabelece as garantias pessoais, como a igualdade e o direito à vida, incluindo os princípios básicos do artigo 1º, a dignidade humana e a saúde. Através do preconceito, pela falta de estrutura governamental, surgem fragilidades constitucionais, que agravam a distribuição desigual de recursos acabam agravando principalmente a fome, o que acaba tornando a lei inadequada e as tentativas de tomada de decisões sociais não surtem efeito.

Além do que foi dito acima, o fator histórico influencia na continuação desses problemas causados por conta das desigualdades. A Revolução Industrial continua acrescentando pontos negativos no mundo contemporâneo, o progresso de tais pontos está profundamente ligado à economia deixando de lado as desigualdades tais como fome, moradia e higiene básica. De forma análoga, para acabar com esses pontos negativos é necessário que haja um processo democrático com tal objetivo, podemos destacar que os Direitos humanos divergem com a realidade da população atual.

Portanto, as recomendações devem ser eficazes para resolver os problemas já mencionados. Para tanto, o governo deve combinar democracia com eficiência econômica e justiça social, adotar regras rígidas e julgamentos judiciais severos para a alocação inadequada de recursos e realizar inspeções. Além disso, o Ministério da Educação relacionado à assistência social deve lançar projetos de apoio às vítimas da desigualdade e ministrar palestras sobre como cooperar com a manutenção da dignidade humana e ampliar o alcance dos serviços médicos nacionais.Assim o Brasil será consistente com o progresso democrático e o desenvolvimento social.