O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 24/08/2020
A educação brasileira vem sofrendo diversas mudanças ao longo do tempo, a partir dos anos 2000, as escolas passaram a percorrer outro rumo de educar os estudantes, onde em vez de ensinarem e no final aplicarem uma prova, eles estão colocando o aluno como centro na educação. Porém, com a grande desigualdade social e econômica no Brasil, uma grande parcela da população não tem acesso a tal. Isso se deve ,em grande parte, a uma alta taxação sobre as pessoas com baixa renda e consequentemente elas têm menos acesso a tal educação.
Um dos fatores que impossibilita o acesso dos mais pobres a essa educação, são os altos impostos sobre produtos onde, em grande parte, se não o salário inteiro dessas pessoas vai para o consumo de produtos, diferentemente de pessoas com uma alta renda onde grande parte do dinheiro vai para investimentos que dão um retorno para a família. Com isso grande parte do dinheiro que sustenta o ensino superior vem dos mais pobres. Segundo o site scielo apenas 26% de todas as matrículas no ensino superior são de pessoas da escola pública, deixando 74% de todas as matrículas de graduação sendo do setor privado.
Apesar da grande desigualdade apresentada para a maioria da população brasileira, segundo o site poder360, o rendimento domiciliar per capita médio no Brasil foi de R$ 1.439 em 2019. Ou seja, uma grande parte da população apresenta uma baixa renda per capita, o que dificulta um investimento para com a educação dos jovens brasileiros que moram na periferia e dependem do ensino público. Vale ressaltar que as chances de uma pessoal de baixa renda entrar para um universidade pública é de 30% à 40% menor que uma pessoa com alta renda.
Porém, apesar da maioria da população não ter acesso a uma boa educação desde a infância, existem maneiras de como reverter essa situação, precisa-se melhorar a base da educação principalmente para crianças e adolescentes, a criação de aulas extra curriculares (que estão fora do padrão de ensino) e aulas mais dinâmicas que estimulem a criatividade e a obtenção da atenção dos alunos aos estudos, fazendo assim com que as crianças sejam a transformação do Brasil. Fazer com que as escolas abram de finais de semana para funcionarem como “bibliotecas” estimulariam o interesse a além do que a escola oferece (estar em dúvida sobre algo, ou o interesse em uma matéria “x” que não esteja no catálogo de ensino da escola).
Concluindo-se assim que, por causa do baixo investimento no ensino básico e a baixa renda de uma grande parte da população, a educação se mantém um pouco retida para a maioria, porém, com a criação dessas aulas que estimulem o interesse das crianças sobre tais matérias acontece uma melhora o sistema de educação sobre a nova geração Y e Z que vem por aí.