O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 04/09/2020

Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos prevê que todo o cidadão possui direito à educação e ao bem-estar social. Porém, a realidade brasileira para uma parcela da população, é diferente, visto que existe no país uma arraigada desigualdade educacional, o que geralmente prejudica os mais pobres, negros e periféricos. Nessa conjuntura, torna-se premente analisar dois pontos: a importância da inovação e ampliação das redes de ensino e a negligência das entidades públicas sob esse aspecto.

A priori, é lícito postular que, durante a juventude de Isaac Newton seus estudos acerca da gravitação foram iniciados através de uma brincadeira com seus pensamentos ao cair uma maçã no chão. Evidenciando o supracitado, nota-se que através de uma atividade lúdica, o conhecimento adquirido por Newton, transformou a educação e o conhecimento existente na época e ainda nos dias hodiernos. Ademais, formas de inovação da educação, como brincadeiras e atividades lúdicas, são capazes de expandir o conhecimento pessoal e tornar os indivíduos questionadores e responsáveis, como também pode aumentar o interesse do estudante para as atividades escolares .

Outrossim, a negligência das entidades públicas é um forte agravante para a desigualdade educacional, visto que parte da população é prejudicada por não possuir acesso a uma educação de qualidade, como a má infraestrutura das instituições de ensino e a malformação de alguns profissionais que trabalham como educadores. Deveras, a situação é ainda pior para a população de baixa renda e indivíduos com algum tipo de deficiência, pois a questão social e intelectual são determinantes no processo educacional.

Em suma, a educação possui um alto valor para transformar a vida de milhares de pessoas e a mesma deve ser democratizada no país para a garantia do protagonismo individual e coletivo. Dessa forma, o Governo deve destinar parte de seus recursos financeiros para desenvolver políticas lúdicas e interativas que atraiam a atenção e curiosidade do educando, como também promover merchandising social divulgando opções alternativas que mitiguem a situação dos indivíduos portadores de deficiência e para as famílias de baixa renda, a fim de auxiliar o crescimento educacional e profissional do aluno. Somente dessa forma, os direitos apregoados na Declaração Universal serão devidamente cumpridos.