O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 15/09/2020
Na obra “Utopia” do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeital, na qual o corpo social é padronizada pela ausênica de problema. No entanto, a realidade caracterizada no Brasil contemporâneo é oposta àquela imaginada pelo autor, na qual a falta de valorização da educação nas transformações sociais dificultam na construção de um país melhor. Nesse sentido, esse cenário antagônico é fruto da omissão estatal e da deseguildade acentuada na pela mídia.
Com efeito, é válido destacar que a displicencia na omissão estatal colabora com esse cenário. De acordo com o Artigo sexto da Constituição Federal do Brasil, promulgada no ano de 1988, todo cidadão brasileiro tem direito à educação. Entretanto, ao se analisar a escolaridade nas áreas de renda mais baixa das grandes cidades, é indescutível que essa premissa constitucional não é valorizada pelo governo nacional. Dessa maneira, é importante salientar que essa má atuação do Estado provoca o acesso desigual à escolaridade e, consequentemente, garante a condição de subcidadania de diversos indivíduos.
Outrossim, é pertinente ressaltar que a insuficiente exposição dessa problemática contribui para a não democratização para expandir as transformações sociais no Brasil por meio da educação. Nessa perspectiva, muitas vezes, a midia negligencia o debate acerca da ausência da falta de comprometimento das escolas concentradas nas periferias, o que faz com que as transformações sociais não sejam válidas nessa área. Dessa forma, a teoria das estruturas sociais do sociólogo Pierre Bourdieu, comprova que o sistema de hierarquização da classe com recursos econômicos inferior negligenciada pela falta de abordagem midiática com relação ao caráter restritivo do universos social contribui para a desordem.
Portanto, medidas devem ser tomadas para mitigar o problema. Com isso, as escolas, em parceria com as famíçias devem, devem inserir a discussão sobre a importância da educação nas transformações sociais, tanto no ambiente doméstico quanto estudantil, por meio de palestras socioeducativas, por intermédio de psicólogos e professores, que falem acerca da desigualdade, com o intuito de desenvolver, desde a infância, a valorização da educação. Além disso, cabe as grandes mídias - formadora de opiniõe pública - criar uma campanha publicitária nas redes sociais, com postagens permanentes para precionar os poderes públicos. Assim, o Brasil se aproximará dos pensamentos de More.