O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 19/09/2020
No século XVI, a Revolução Científica trouxe avanços à humanidade inimagináveis na época, dado que, além de romper dogmas do momento, ascendeu um crescimento exponencial da Europa. Por esse contexto, é evidente que a valorização da ciência possui relação intrínseca ao progresso de uma sociedade pelo fato de proporcionar novas descobertas e, por conseguinte, um superávit econômico da mesma. Logo, urge a necessidade de reversão da realidade nevrálgica da desvalorização da ciência no Brasil.
Primordialmente, a dignificação desta permite a criação de instrumentos extremamente úteis aos seres humanos. Progredindo esse postulado, no contexto de Guerra Fria, o brutal investimento em pesquisas científicas que resultou em aparelhos atualmente muito usados, por exemplo: câmeras de celular e filtros de água, demonstra isso claramente .Seguindo esse pensamento, torna-se indubitável que o investimento nesse meio trás invenções inéditas que, haja vista seus usos hodiernamente, age diretamente na evolução, nesse caso tecnológica, da nação, assim, demonstrando a importância ao Brasil que medidas em relação a tal sejam tomadas urgentemente.
Por conseguinte, esse processo atua como vetor econômico nacional. Extrapolando essa proposição, no período anterior à primeira Revolução Industrial, o engenheiro britânico James Watt recebeu patrocínios para sua incrível obra, o motor à vapor pelo qual baseou-se este fenômeno para a conversão de energia, ademais, este foi utilizado em larga escala pela indústria em geral, conformando aquilo com precisão. Nesse sentido, é irrevogável o poder impulsionador da ciência no fluxo do capital, dessa forma, ratificando a relação entre ela e o desenvolvimento de uma nação, vislumbrando, assim, um dos fatores responsáveis pelo atraso econômico brasileiro.
Infere-se, portando, que a depreciação do viés científico no país gera um terrível déficit de crescimento. Por isso, cabe ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações, no intuito de transformar aquele numa potência intelectual, incentivar a produção científica, de forma que os projetos ganhem um maior suporte estatal, por meio da destinação pertinente de verba nesse nicho, de maneira que não só a iniciativa privada como também a governamental possam investir. Enfim, seguindo o legado das revoluções referenciadas.