O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 02/11/2020
Na Grécia Antiga, a cidade de Esparta tinha como caráter o estado oligárquico e militarista. Logo, seus cidadãos eram educados de forma a que atribuíssem valores sociais e culturais que atendessem seu estado e desenvolvessem sua sociedade, tais como força física, coragem e obediência. Pode-se afirmar então, que ao longo do tempo, a educação se manifestou de diversas formas na humanidade, mas sempre com o objetivo de formar uma sociedade organizada e digna. Levando em consideração a pobreza e a violência no Brasil, problemas sociais constantemente vivenciados no país, tem-se a educação como ponto chave para a mudança destas questões.
Segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), em 2019 o Brasil alcançou 11 milhões de analfabetos. Por conta disso, muitos brasileiros se encontram à margem do mercado de trabalho, visto que pessoas com baixo nível de escolaridade possuem menos oportunidades de emprego, sendo ultrapassados por aqueles que se graduaram. Então, contando que sejam oferecidas melhores condições escolares aos brasileiros, de maneira a diminuir o índice de analfabetismo, será possível combater a pobreza presente no país.
Além da desigualdade econômica, tem-se a desigualdade social no Brasil. Este fator está diretamente ligado à educação, posto que classes sociais mais ricas possuem maior acesso aos estudos do que as mais pobres, impactando assim, nas relações sociais. Tendo um bom nível de escolaridade, a população refletirá valores como tolerância, honestidade e respeito, diminuindo a violência da sociedade. Como dizia o escritor Victor Hugo: “Quem abre uma escola fecha uma prisão.”
Por fim, visando diminuir a pobreza e a violência no Brasil, o Ministério da Educação, em parceria com escolas e universidades, deverá trazer um estudo de qualidade aos estudantes de todo o país, por meio de palestras e aulas recreativas semanais, que possam incentivá-los a buscar uma vida regrada de estudo e sabedoria. Além disso, é necessário que o Ministério da Educação crie campanhas que unam professores de português voluntários a ensinar pessoas analfabetas a ler e escrever. Desse modo, a população brasileira será mais digna, segura e sábia.