O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 12/11/2020

Compreende-se como “educação”, hoje , como a possibilidade de ensinar e aprender. Vislumbra-se, que apesar de o Brasil ter várias vias de educação, não apenas familiares, mas principalmente os colégios, tal compreensão não é tão bem apresentada aos que precisam, já que apesar de existirem muitos colégios, tais, expõe a falta de atenção dos Órgãos Competentes, é observado pela falta de investimentos:  “O investimento em educação no Brasil caiu 56% nos últimos quatro anos. Entre 2014 e 2018, diminuiu de R$ 11,3 bilhões para R$ 4,9 bilhões” ( fonte: UOL Educação). Logo, por meio da atual pandemia do Covid-19, além do descaso público, as disparidades sociais aumentaram, especificamente no acesso à educação, devido a falta de planejamento do Governo, expondo, então, o seu despreparo.

Em primeiro plano, o Brasil historicamente usufrui de métodos de ensino que visam o aluno passar em provas, de certa forma havendo uma defasagem em alguns conteúdos, podendo ser alta ou baixa, pelo fato de o método de ensino não se tornar atrativo e também não ser expresso de tal forma, por exemplo em matemática: “Só 7,3% dos alunos atingem aprendizado adequado em matemática no ensino médio” (fonte: AgênciaBrasil). Assim, compreendendo esta dinâmica, mas também colocando em um cenário de diferenças sociais, a educação brasileira, independente de se acontecer ou não, torna-se frágil, atualmente.

Ademais, ocorre, devido a desorganização do Governo, os males da contemporaneidade. O mal direcionamento de investimentos também ajudam na desmotivação dos professores, principalmente da rede de ensino público, que sofrem de uma assimetria educacional, comparado com a rede de ensino particular: “o valor investido em outras políticas, como o Financiamento Estudantil (Fies), que beneficia alunos de universidades privadas. Em 2017, foram R$ 19 bilhões, 18 vezes mais que no programa para docentes – que ainda está com as bolsas ameaçadas por causa de cortes no orçamento.“ (fonte: ISTOÉ). Para que existam alunos inspirados, seriam necessários professores motivados.

Portanto, em suma, para existir educação, necessita-se de professores e alunos, porém para todos sobreviverem, é necessário um motivador, e este, não é bem empregado pelo Governo do Brasil. Assim sendo, cabe ao Ministério da Educação complementar mais os investimentos para a educação pública, não agressivamente, porém de maneira progressiva, para que mais pessoas aprendam, trabalhem e ocorra o desenvolvimento econômico, através de compras. Desta forma, havendo mais investimentos, desenvolvimento social, então, haveria a possibilidade de investir mais. Na relação aluno-professor, no parâmetro de conhecimento, aprender a compreender o mundo para a vida, seria melhor empregado, ao invés de  “passar nos concursos públicos”, pois ser humano, não é apenas trabalhar, contudo, viver.