O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 12/11/2020
Após a segunda guerra mundial, Japão, um dos participantes do Eixo, estava enfrentando uma grande crise, com as consequências de ter perdido a guerra, uma forma de tentar sair do declínio foi investindo na educação e, após anos podemos ver seu resultado, atualmente, o país é o mais educados do mundo e, sua criminalidade chega perto de zero. Porém, isso é algo que não foi aplicado no Brasil e, percebemos os problemas disso, devido, não só a falta de investimentos na educação, como também a forma que a Constitução é esquecida. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.
Sob esse viés, pode-se apontar como um empecilho à consolidação de uma solução, a falta de investimentos na educação. Conforme, Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Nessa perspectiva, pode-se observar que o governo, em vez de promover aplicações no ensino, influência na consolidação do problema, não tratando o tema com a seriedade necessária.
De mesmo modo, destaca-se, que a Constituição Federal de 1988, em vigor atualmente, está entre as causas para a persistência do problemática sobre a educação nas transformações sociais no Brasil. De maneira análoga a Aristóteles no livro “Ética a Nicômaco”, a política existe para trazer a felicidade dos cidadãos. No entanto, é notório que a falta de pedagogia, viola esse direito, principalmente, no que se refere aos pobres, portanto é um mal em todo território.
Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, as escolas, por meio de palestras, deve informar a população sobre o valor da educação nas transformações sociais, para que, todas as crianças sejam capazes de ter uma chance de possuir acesso ao ensino. Nesse sentindo, o fito de tal ação é promover conhecimento. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado, pois, conforme Gabriel O pensador, “na mudança do presente a gente molda o futuro”.