O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 06/12/2020

Está prescrito na Constituição Federal, de 1988,os direitos civis que garantem a qualquer indivíduo o direto à educação. Entretanto, é possível observar uma falha grave na garantia desses direitos por meio da falta, no Brasil, de garantir os valores da educação nas transformações sociais. Dessa Forma, tal questão é um desafio no país, não só devido à falha legislativa, como também ao legado histórico. Portanto, é necessário analisar os principais fenômenos constitucionais e sociais da questão.

É relevante abordar, primeiramente, que a falha na legislação constitui o âmago da problemática evidenciada. A constituição de 1988, umas das mais conhecidas do Brasil, defende a igualdade e a educação para todos os indivíduos. No entanto, tal legislação se apresenta de forma frágil quando vista sob perspectiva de os valores educacionais nas transformações sociais, uma vez que a educação, não abrange a todos. Isso porque, a defasagem nos ensinos públicos devido a o descaso do governo em investimentos para garantir um ambiente favorável de conhecimento e educação, principalmente, em áreas marginalizadas .Assim, torna o ensino público um sistema limitado, tanto na qualidade de garantir os valores educacionais na prática, como favorecer uma melhor qualificação do aluno.

Outrossim, cabe ressaltar o legado histórico dentre as origens do problema supra referido.  Segundo Confúcio, filósofo chinês, é possível entender o presente apenas tomando conhecimento dos eventos passados. Sob esse viés, o ensino centralizador, convencional e limitado, que não aborda as demais áreas de conhecimento contemporâneo, como o uso do QE- inteligência emocional-  e a interdisciplina na prática. Ademais, apesar de isso ser configurado hodiernamente, está enraizado de forma consistente no sistema educacional público brasileiro, o que torna mais resistente a fatores que poderiam resolver o problema.

Em suma, a partir dos fatores supracitados, é evidente que tais eventos precisam ser solucionados. Para tanto, cabe ao MEC- Ministério da Educação-, por meio de investimentos direcionados na qualidade das escolas públicos do ensino fundamental II e ensino médio, acrescentar nas grades curriculares as disciplinas de direito e deveres constitucionais, educação cibernética, QE e promover , na prática, a interdisciplina. Espera-se, com isso, descentralizar o ensino à ampliar as capacidades do aluno em diversas áreas de conhecimento contemporâneo, além de saber emprega-las no cotidiano. Por fim, diante dessas ações, é possível que o Brasil supera tal impasse ao garantir os direitos civis a população.