O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 17/12/2020

“No meio do caminho tinha uma pedra”. Esse trecho, do poeta Carlos Drummond de Andrade, conota a existência de um empecilho que impede a continuação de um percurso. Analogamente, no Brasil hodierno, é fato que, símile à pedra de Drummond, a exclusão educacional dificulta o progresso da sociedade, porquanto diminuindo a taxa de alfabetização da população. Sob esse prisma, a fim de explanar o principal rastilho desse revés, faz-se mister a análise da forma de ensinar e suas respectivas consequências.

A princípio, a forma de ensinar corrobora no desinteresse escolar do indivíduo. Conforme o filósofo Pitágoras, “eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens”. Todavia, é indubitável que a realidade brasileira vai de encontro ao propósito supracitado, haja vista que os alunos não estão possuindo diversidade educacional, tornando algo cansativo e desinteressante na forma do ensino padrão. Além disso, sendo impossibilitando ativar todos os mecanismos para se tornar um profissional de sucesso. Dessa maneira, entende-se essa questão como uma problemática cuja resolução deve ser imediata.

Por conseguinte, reflexos adversos do tema são nítidos na sociedade. Nesse contexto, a princípio, destaca-se a diminuição da inovação por falta de educação sobre tecnologia e eu avanço nas escolas desde base. Outrossim, vê-se, também, que a falta de conhecimento agrava a população, pelo fato de não possuir ensino básico, médio e superior, tornando sua próxima geração precária de recursos financeiros pela ausência de oportunidade. Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa conjuntura.

Diante do exposto, a fim de remover essa “pedra” do Brasil, é imperiosa uma intervenção. Para isso, cabe ao Estado – maior interventor das ações públicas da União -, por via de subsídios, fomentar um reforma educacional. Isso será feito de modo que o Estado estabeleça além do ensino padrão outros meio de educação através de brincadeiras e entretenimento estudantil, com o fito de, assim, organizar competições mensais com premiação e auxilio aos familiares das escolas campeãs, incentivando o ensino. Feito isso, o país alcançara a transformação através da educação.