O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 07/01/2021

O valor das transformções

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6, o direito a educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o valor da educação nas transformações sociais no Brasil,dificultando,deste modo,a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a dificuldade na adaptação das trasformações sociais e sua implementação na educação . Nesse sentido, quando não há mudança significativa  para com os cidadãos fica evidente a alienação dos estado para com as inovações sendo assim há a omição de fatores sociais evidentes. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais,é fundamental apontar a desilgualdade social como impulsionador do valor da educação nas transformações sociais no Brasil.A formação de discursos de ódio e revolta populacional é evidente pela omissão de fatores cotidianos de extrema importancia. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que as medidas governamentais junto , por intermédio das redes de ensino como escolas e mídias sociais,  deixem em constante evidência as tranformações sociais presentes na atualidade,a fim de valorizar a educação e modifica-lá constantemente a favor da sociedade . Assim, se consolidará uma sociedade mais adepta as trasformações , onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.