O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 05/03/2021
De acordo com o parecer de Immanuel Kant, o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. De maneira análoga, sabe-se que o conhecimento fornece transformações sociais e humanitárias, no entanto, é inegável que a defasagem do ensino básico impede o acesso a educação. Dessa forma, pode-se mencionar que a falta de investimentos governamentais na área relacionada caracteriza essa questão.
Em primeira análise, é válido destacar que a profissão de educador é a mais desvalorizada no mercado de trabalho brasileiro, visto que a remuneração é excessivmente baixa e o reconhecimento é nulo. Sob essa ótica, é evidente que, com a diminuição de professores ativos, o número de crianças e adolescentes alcançados pela educação é menor, fato que constitui a decadência do ensino público. Nessa perspectiva, nota-se que é indispensável uma mudança na forma de prestígio dos docentes.
Outro ponto relevante, nessa temática, é a fragilidade estrutural das institutições municipais e estaduais, situação decorrente do descaso governamental com essas escolas. Sendo assim, segundo o levantamento de 2019 do IBGE, mais de 28% da população não tem acesso à educação, índice que revela a principal consequência da atual conjuntura educacional do Brasil. Nesse viés, tornam-se necessárias novas políticas que ampliem a quantidade de jovens em atividades escolares.
Depreende-se, portanto, a relevância da educação para o aprimoramento social. Desse modo, cabe ao Ministério da Educação, responsável pelos órgãos de ensino, promover, através de verbas públicas, diferentes leis e investimentos que beneficiem professores, alunos e instituições educacionais, a fim de propagar o conhecimento para todas as classes econômicas e regiões brasileiras. Assim, com as providências certas, todos poderão usufruir de uma educação justa.