O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 13/03/2021
A Magna Carta brasileira garante os direitos à educação e à assitência aos desamparados. No entanto, esses direitos são contestados, uma vez que, de acordo com o portal de notícias G1, no ano de 2019, o Brasil foi um dos países com maior desigualdade educacional. Inicialmente, deve ser observado que a dificuldade do acesso a educação de qualidade é um empecilho na busca pela valorização da mesma, visto isso, fica claro que a centralização da educação e as desigualdades regionais da nação contribuem para o atraso educacional e o retargio das transformações sociais, que são resultantes da educação, no país.
A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover propostas de decentralização da educação em instituições de ensino, com a finalidade de que a educação passe por um processo de democratização. Sob esse mesmo ponto de vista, a fala de Nelson Mandela deve ser analizada, " A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo", com a centralização, a educação passou a ser elitizada, e as massas populares não tiveram acesso a um processo de formação adequado o que fez com que o número de pessoas com mão de obra especializada diminuisse, e paralelamente, os índices de desemprego aumentaram, é importante frisar que esse fator contribuiu para a estagnação economica e educacional do país; Como dito por Mandela, a educação é um dos meios mais poderosos de mudar o mundo, além de possibilitar a concientização da população sobre fatores sociais da sociedade conteporânea ela os deixa ciente das tranformações sociais, políticas e educacionais necessárias para a modernização e para os avanços da nação.
Além disso, é de conhecimento público que a falta de apoio governamental tem sido um empecilho na busca pela redução da desigualdade regional da federação. Isso tem como consequência a falta de compromisso dos órgãos públicos na implantação da educação decentralizada e de qualidade nas escolas, modelo esse que procura promover a aprendizagem e a valorização de todos os tipos de conhecimento. Portanto, a interferência estatal é indispensável para que as mudanças sociais que se fazem necessárias no Brasil, e só podem ser alcançadas por meio da educação, sejam efetivadas.
Em suma, com a centralização socio-educacional e a desigualdade regional, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Propaganda, organize palestras semestrais, por meio de pequenos comerciais e anúncios, inseridos nos meios de comunicação online, para concientizar a população sobre os fatores que causam a desigualdade educacional e como eles devem ser revertidos, ademais de promover reuniões públicas para estimular a população a procurar meios de ensino, promovidos pelo governo, o que resultará em cidadaõs mais informados e tolerantes.