O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 18/07/2021
Em 2018, o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostrou que o Brasil encontra-se, em média, na 66ª posição do “ranking” entre setenta e nove países. Esse reflexo da educação brasileira comprova a necessidade de uma melhor qualidade de ensino que ademais da valorização dos professores, acabe gerando indivíduos capazes de atuar em sociedade.
A base para uma qualidade educacional, está na formação acadêmica e contratação de educadores. Quanto maior o nível de graduação, mais profissionais capacitados estarão dispostos a ensinar, atendendo as diferentes realidades dos alunos. Esse cenário é encontrado em países como a Coréia do Sul, que está entre os 10 primeiros no “ranking” do PISA, onde os docentes contratados para o ensino básico e fundamental são mestres e doutores.
Juntamente disso há a desvalorização desse trabalho no Brasil. Por trás de todas as profissões, existem professores responsáveis pela educação dos atuantes delas. A baixa remuneração e a falta de reconhecimento social, deixam que os estudantes evitem se profissionalizar nessa área. Tomando como exemplo o curso de Medicina, que é um dos mais concorridos do país, o qual tem notas de corte e salário altos.
Em síntese, se o país almeja subir no “ranking” do PISA, a educação precisa ser mudada desde sua base. Com uma melhor qualificação e contratação dos profissionais, os alunos seriam influenciados e também teriam uma melhor formação. Além de que se houver um aumento na remuneração da área, os estudantes veriam mais incentivo em serem professores. Então, de forma geral, o valor da educação seria transformado e mais discutido, já que os brasileiros iriam ter mais conhecimento que ignorância.