O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 18/07/2021
A teoria da educação crítica do pedagogo Paulo Freire, defende o debate entre alunos e professores, a discussão, a análise e sua capacidade interpretativa da pedagogia em questão. Nesse sentido, a educação não serve apenas para formação acadêmica e profissional, mas sim para moldar o aluno como indivíudo intelectual, moral, cível e capaz de cumprir suas funções sociais. Entretanto, a simplória matriz curricular brasileira, atrelada à inércia governamental acerca das inovações pedagógicas, atrasam e limitam as possíveis transformações pessoais e sociais dos jovens e crianças no Brasil.
A exemplo disso, para o físico Albert Einstein, o ensino não deve ser imposto como uma obrigação, mas deve aguçar a curiosidade e a vontade de aprender. Sob essa ótica, é necessário compreender que o ensino escolar não deve apenas ser expositivo, mas sim didático, de uma forma que abranja as individualidades e necessidades de cada um. Logo, o objetivo da Escola não deve ser apenas exigir boas notas, mas articular sua didática para que essa instigue os alunos para seus interesses e habilidades, com a ciência de que em uma sala de aula existem pessoas que não querem ou precisam aprofundar matemática, que há quem queira ser músico, dançarino, ator e carece de aulas de artes, assim como alguém que irá abrir um negócio precisa de aulas de educação financeira, por exemplo.
Outrossim, segundo a educadora Katarina Tomasevski, “A educação é a chave para abrir outros direitos humanos”. À vista disso, é repreensível que as escolas brasileiras valorizem o saber técnico-ciêntifico em detrimento dos outros saberes. Dessa forma, ao não renovar sua metodologia, o sistema arcaico de ensino brasileiro não estimula e acompanha o desenvolvimento de conjuntura contemporânea, visto que a sociedade e suas relações sociais, até mesmo sua cultura mutam com o tempo.
Portanto, para educar e orientar os jovens para que esses sejam mecanismos de mudança social, é de suma importância que o Ministério da Educação (MEC), por intermédio do Plano Nacional de Educação, remodele a matriz curricular brasileira, ao insserir disciplinas que transpassem apenas o ensino técnico, como de aulas de música, artes, esportes, primeiros socorros, educação financeira, direitos trabalhistas e quaisquer outras que auxiliem no desenvolvimento social, econômico e cultural. Ademais, é imprescindível que a Escola como instituição social, promova o pensamento crítico de seus alunos, com debates de assuntos extracurriculares, para que esses aprendam e pratiquem o respeito às diferenças, a união e a empatia.
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