O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 19/07/2021

Segundo o educador brasileiro, Paulo Freire, “" educação não muda o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas mudam o mundo “, ou seja, os responsáveis ​​são responsáveis ​​pelas transformações no mundo. Trazendo para um cenário nacional, o sistema educacional brasileiro apresenta uma estagnação na educação, isto é, em pleno século XXI, a educação continua a mesma de 30 anos atrás. Somando a isso, pouco se é incentivado o senso crítico dos estudantes, fundamental para mudanças.

Em primeiro plano, é importante levar em consideração a falta de manutenção na estrutura educacional do Brasil. Segundo o sociólogo brasileiro, Sérgio Buarque, “O povo brasileiro é sobretudo um homem cordial”, ou seja, ele é aquele que prioriza os laços emotivos frente à razão, essa perspectiva se dá, em grande parte, pela educação tratada pelo brasileio, a qual é priorizada decorar a matéria ao esclarecimento como ela se aplica no cotidiano e onde consta-la para melhorar o mundo. Assim, fica evidente a necessidade de iniciativas para formar a educação, além de um sistema educacional em um ambiente também social.

Em segundo plano, essa transformação na educação brasileira é fundamental para o aumento do senso crítico populacional, estimulado, principalmente, mas ciências humanas, que apesar da pouca valorização é essencial para a formação de uma pessoa. Assim, de acordo com o escritor brasileiro, Gilberto Freyre, “O sabre, sem um fim social, será a maior das futilidades”, isto é, a educação sem uma perspectiva social é insignificante. Contudo, além da escola, é de grande importância que os pais eduquem seus filhos a lutarem por transformações sociais, para que, no futuro, lute por seus direitos sem serem influenciados pela maioria.

Com isso, é evidente a necessidade de medidas para aumentar a valorização da educação nas transformações sociais. Assim, é essencial que o Ministério da Educação (MEC) invista na manutenção do sistema educacional brasileiro, trazendo novas perspectivas para os assuntos acadêmicos, e como ele pode ser usado no cotidiano, incrementando as tecnologias do aprendizado, a fim de gerar que a população alaúde por seus direitos. Além disso, é fundamental que o MEC, junto aos Governos Estaduais, aumente a renda das faculdades públicas, principalmente nas de humanas, para melhorar o senso crítico da população, a qual enxergará melhor o que está errado no mundo. Dessa forma, poderá ser alcançado um aumento da valorização educacional nas transformações sociais.