O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 20/07/2021
Segundo o ativista Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo. Nessa lógica, o seu uso racional e conscientizador nas instituições educacionais brasileiras beneficiaria as relações sociais, visto que promoveria o desenvolvimento do senso crítico do ser humano e, consequentemente, a diminuição das desigualdades existentes entre os cidadãos no Brasil.
Em primeira análise, conforme a escritora Clarice Lispector, quando o ser humano não é formado de maneira inteligente, ele torna-se um “sonso essencial ao sistema ‘’. Sob tal ótica é perceptível o quanto ao uso de uma educação libertadora se faz necessária para a construção de seres humanos críticos e capacitados, capazes de se impor contra qualquer tipo de alienação social encontrada no período vivido. Desse modo, esse tipo de ensino é visto como promissor no desenvolvimento intelectual dos cidadãos brasileiros, não só na formação educativa, mas também na produção da criticidade contra as relações sociais negativas existentes.
Em segunda análise, consoante o índice de Gini, medida que classifica o grau de desigualdade em um país, o Brasil está entre as dez nações mais desiguais do mundo. Tal fato permite inferir que a realidade brasileira, infelizmente, é um conjunto de fatores desfavoráveis que prejudicam uma grande parte da população. Dessa maneira, a educação torna-se essencial para diminuição das desigualdades sociais, já que por meio dela é possível o entendimento das transformações em uma sociedade e modos de como solucionar os problemas decorrentes desse meio.
Portanto, a educação torna-se valiosa para a construção social mais igualitária. Com isso é preciso que o Ministério da Educação e as redes de ensino promovam o ensinamento dos assuntos transformando-os em analogias com os acontecimentos no âmbito social por intermédio de aulas interdiciplinares e formação de mesas redondas para o debate dos materiais propostos e suas utilizações na vida cotidiana a fim de construir seres críticos e uma sociedade menos desigual.