O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 21/04/2022

A educação é o caminho para o progresso de um país. Entretanto, no Brasil, o sistema de ensino encontra dificuldades para garantir uma didática de qualidade a um todo. Embora seja um direito previsto na Constituição de 1988, as disparidades sociais impedem a otimização educacional de forma íntegra. Isso porque tais contrastes estabelecem obstáculos ao acesso às escolas e a uma infraestrutura ideal para os estudantes. Logo, é importante analisar essas questões, pois a instrução possui extremo valor para as transformações de uma sociedade.

A princípio, a celébre frase “Penso, logo existo”, de Descartes, coloca a reflexão como única forma de existência. Nesse contexto, a educação tem suma importância para garantir que os cidadãos desenvolvam pensamento crítico. Porém, a desigualdade presente no Brasil dificulta o alcance do ensino por todos os brasileiros. Exemplo disso é a marginalização dos indivíduos, os quais se encontram distantes dos institutos educacionais, impedindo o acesso desses às escolas. Assim, por falta de acessibilidade, uma fração populacional não usufrui de seu direito, o que prejudica o seu caráter indagador.

Para mais, segundo o educador Paulo Freire, a educação é uma ferramenta de mudança social. Sob essa óptica, a insuficiência de diversas instituições impossibilita tais transformações. Posto isso, devido às dessemelhanças na sociedade brasileira, muitos colégios não possuem uma infraestrutura adequada para proporcionar uma didática de alta qualidade. A falta de bibliotecas e salas de informática exemplifica a ausência de espaços, os quais possibilitariam mais atividades educativas aos alunos. Desse modo, a escassez de recursos é um empecilho para o ensino nacional.

Portanto, é inegável o valor da educação para as transformações socias. Todavia, há desafios para a otimização do ensino. Então, cabe ao Governo - regime que estima o progresso de um país - promover a acessibilidade às escolas, bem como aprimorar os espaços dessas, por meio de construções de colégios em áreas descentralizadas e destinação de verba para melhoria das infraestruturas escolares. Essas medidas têm como fito proporcionar uma didática excepcional e garantir o acesso a um todo, tal como previsto na Constituição de 1988.