Objetificação da mulher na publicidade

Enviada em 17/01/2020

Durante a colonização do Brasil, meninas órfãs portuguesas eram trazidas forçadas para se relacionarem e se casarem com os colonos. Mesmo depois de mais de 500 anos, as mulheres ainda são tratadas como objeto. Muitas propagandas midiáticas reforçam e incentivam essa ideia. A discussão sobre esse fato é de extrema importância, visto que ele vai contra a igualdade de gênero.

O campo da publicidade, muitas vezes, compactua com o machismo, que está fincado na sociedade brasileira. Eles se utilizam de preconceitos já existentes, classificando as mulheres, tornando-as objetos de prazer para homens, isto acontece principalmente com propagandas de cerveja, porque o produto, supostamente, é mais consumido por homens.

Essa desprezível realidade se opõe ao que a Constituição Federativa defende, ela vai contra a igualdade entre os cidadãos.

Em suma, a objetificação da mulher presente nas publicidades, além de ser contrária às leis vigentes, aumenta o preconceito.

Existem medidas que devem ser tomadas para que o problema se torne cada vez menos recorrente. Dentre elas, o Ministério da cidadania juntamente com a mídia deve fiscalizar as publicidades, para que quando houver alguma empresa disseminando o machismo, ela ser devidamente punida. É também dever da mídia repudiar de forma pública qualquer tipo de preconceito.