Objetificação da mulher na publicidade

Enviada em 20/08/2020

A utilização da imagem explícita e padronizada do corpo feminino, foi uma forma de comercialização muito comum na década de cinquenta, e embora essa propaganda tenha diminuído de frequência, é certo dizer que tal divulgação ainda é presente.

Na contemporaneidade, além de propagandas televisivas, a exposição da mulher é mostrada em jogos, videos, e outros meios gráficos, onde os mesmos são disponibilizados sem moderação, e apresentados para todos os públicos, incluindo o infantojuvenil. É nesse ponto que se apresenta a preocupação de influência, principalmente sobre as crianças que consomem esse conteúdo, onde colocam os meninos em uma posição de superioridade, e as meninas a um papel inferior, sexualizado e de corpo padrão. Como resultado, essa imagem pode atrasar a luta pela igualdade de gênero e continuar com a propagação da objetificação feminina.

Outro tópico a ser abordado, é o cuidado com a saúde mental e física da mulher. Ao ser exposta a propagandas de outras figuras femininas, que são submissas e possuem características consideradas relevantes para o padrão de beleza, a consumidora pode tentar alcançar um corpo idealizado por meios cirúrgicos e da utilização de remédios, que a colocam em um possível risco.

A fim da extinção dessas publicidades e da apresentação erotizada do conceito feminino, toda propaganda deve ser reavaliada