Objetificação da mulher na publicidade

Enviada em 07/06/2021

O livro “Emílio” do filosófo Rousseau apota para os leitores que as mulheres devem ser confinadas à função de “serem úteis” para tornar “a vida do homem fácil e agradável”. Infelizmente, na sociedade atual, as mulheres ainda são vistas como objetos para o sexo masculino o que traz diversos impactos para elas. Isso ocorre, ora em função da privação das mulheres na história, ora pelo pensamento que são inferiores. Assim, o hão de ser prováveis ​​tais fatores, um fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.

A priori, a privação das mulheres na história é um fator determinante para essa objetificação vista na sociedade. Na Grécia Clássica, as mulheres eram vistas apenas pelos seus atributos estéticos: a beleza, o corpo, adonos, sedução e sensualidade. Com isso, eram privatizadas da esfera pública e não usufruíam direitos como cidadãos.

Por consequência, os impactos da objetificação da mulher tem o resultado em diversos casos de mulheres se auto inferiorizando. Consoante ao pensamento do filósofo Aristóteles, o corpo feminino está dotado de um cérebro menor que impede seu desenvolvimento intelectual e racional. Nesse viés, muitas pessoas acabam acreditando em discursos similares ao filósofo e, isso faz com que acredite que são realmente inferiores. Por isso, é importante a necessidade de se estabelecer caminhos para mudar essas ideologias.

Logo, medidas estratégicas são obrigatórias para esse cenário. Como solução, é preciso que as escolas, em parceria com as prefeituras, promovam um espaço para rodas de conversa e debates sobre a objetificação feminina e direcionadas para todos no ambiente escolar. Esses eventos podem ocorrer no período extraclasse, contando com a presença dos professores e fontes no assunto. Além disso, tais eventos não devem se limitar aos alunos, mas a oferta à comunidade, a fim de que mais pessoas compreendem as questões relacionadas e, assim, tornem-se mais atuantes na busca de soluções