Objetificação da mulher na publicidade
Enviada em 08/11/2021
A sociedade é formadas por homens e mulheres, porém apenas os indivíduos masculino conseguem o reconhecimento por caracteristicas relacionadas a inteligência, coragem entre outras. No entanto, as pessoas com dois cromossomos X têm como motivo de destaque a beleza física. Por conseguinte, mulheres importantes têm suas trajetórias apagadas, por exemplo, muitos lembram do Duque de Caxias, mas esquecem da Maria Quitéria, sertaneja que lutou na independência do Brasil. Além disso, as mulheres são objetificadas na publicidade, contriubuindo para reforrçar o machismo na sociedade, resultando na desigualdade entre os sexos no trabalho e na justiça.
Primeiramente, o Brasil possui uma história de opressão com as mulheres, exemplificando, no período colonial, o patriarca era a mais importante figura da família, sendo a sua palavra definitiva. Dessa forma, a publicidade aproveita dessa herança para conseguir atingir seus obejtivos, no entanto, tal atitude reforçam os traços machistas na sociedade. Algo comum nas propagandas são os papeis secundários dado as mulheres, essas servem como modelos corporais, no qual é um objeto de conquista para um homem demonstrar a sua masculinidade, por exemplo, as peças publicitárias de cerveja. Tal quadro, reforça a ideia de que a mulher deve ser submissa ao homem, ele é quem deve ser o centro da atenção e uma relação ocorrerá apenas com o aval do sexo masculino.
Além disso, a publicidade que utiliza o corpo das mulheres para promover o seu produto ou serviço transmitem uma imagem de futilidade sobre as brasileiras. No qual, vincula que os problemas enfrentados pelas cidadãs são menos importante do que os obstáculos encarados pelos homens. Por cosequência, os casos de violência doméstica ou os crimes de estupro as vítimas, em sua maioria mulheres, são ditas culpadas por provocarem os homens ou não recebem a devida atenção em suas denúncias. Por exemplo, a Lei Maria da Penhal só foi efetuada em 2006, 23 anos após Maria da Penha Maia Fernandes tornar-se paraplégica devido a um ataque do seu ex-marido, tal fato demonstra como a justiça e a política demorou para observar os conflitos presente no dia a dia das brasileiras.
Em suma, a objetificação das mulheres na publicidade contribui para agravar as desigualdades entre os sexo, para reveter tal situação é necessário a atuação do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, por meio de propagandas nas redes sociais e mecanismo de fiscalização das peças publcitárias, a fim de levar as pessoas a refletirem sobre o machismo presente no dia a dia e fornecer voz as mulheres para demonstrarem suas qualidades. Para atingir esse objetivos, é preciso examinar as propagandas, para que que elas não retratem hábitos prejudiciais as mulheres ou que não reforcem a misoginia.