Objetificação da mulher na publicidade

Enviada em 30/05/2022

Todos sabem que, em nosso país, há tempos, observa-se que a mulher sempre é levada para um lado mais objetificado, seja em, publicidades, comerciais ou até em seus empregos, onde sempre estão no ‘‘padrão’’ e usando roupas e maquiagens chamativas, para assim chamar atenção de quem observa, desse jeito clocando as mulheres como jogadas de marketing para chamar atenção de clientes e atrair o publico para o produto. Um exemplo recente é da marca de cerveja Itaipava, que usava a personagem ‘‘Verão’’ como garota propaganda da marca, usando roupas totalmente apelativas e sendo sexualizada quando possivel, mas até aonde essa objetificação da mulher na publicidade pode ir?

Não sendo recente, a objetificação da mulher na publicidade é um problema que cerca o mundo desde meados do século XX, onde como destaque da época surgia Marilyn Monroe, que teve sua vida objetificada desde quando começou sua carreira, seja em filme ou até em publicidades, e naquela época a sociedade tinha um pensamento totalmente machista, ou seja, a fixação da imagem da mulher como objeto entrou mais rápido na sociedade,assim, virando algo comum e chegando á tona até hoje. Entende-se que com a influencia das publicidades da época a objetificação da mulher virou algo comum, virando assim algo dificil de se perceber nos dias de hoje. Além da busca pelo padrão e a desvalorização da mulher na sociedade, a objetificação da mulher cria uma imagem de insignificancia e inutilidade, mostrando apenas que a mulher será usada naquilo, mas observa-se que não bem assim, pois a vida nos dias de hoje mostra a total importância da mulher em nossa sociedade e que elas não se resumem a apenas uma publicidade.

Conclui-se que, o assunto da objetificação da mulher não é algo recente e vem de um pensamento totalmente machista que infelizmente se fixou em algumas pessoas da sociedade, e obseva- se que cada dia mais a mulher na publicidade vem passando um papel de luta e firmeza sobre os papeis impostos na sociedade, ou seja, com mais campanhas e lutas a objetificação da mulher vai se dicipando e exclui o pensamento que assola o mundo até hoje.