Objetificação da mulher na publicidade

Enviada em 29/05/2022

Não é de hoje que as mulheres do nosso mundo vem sendo tratadas como objetos em ambos os aspectos e ramos da nossa sociedade. E a publicidade é um dos ramos o qual a figura feminina sempre foi objetificada e visada como um meio de chamar atenção e de fazer dinheiro.

Em pesquisas recentes do Instituto Patrícia Galvão e Instituto Data Popular, 84% dos respondentes concordam que o corpo da mulher é usado para a venda de produtos nas propagandas de TV e 58% entendem que a mulher é representada como objeto sexual nessas campanhas. A grande consequência da perpetuação do uso da figura feminina nessas diversas situações é “auto-objetificação”, mulheres que vivem em ambientes de objetificação tendem a se auto-objetificar e também a objetificar outras mulheres, sofrendo, assim, danos de autoestima e de socialização.

Quando falamos de objetificação feminina estamos nos referindo à banalização da imagem da mulher, ou seja: a aparência das mulheres importa mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos.

Por consequente, um padrão do corpo feminino foi imposto, prepertuado pelo machismo e pela indústria de beleza, em que mostram por meio de propagandas o corpo adequado de uma mulher, gerando assim uma autoobjetificação da mulher.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse, a mídia deve tomar medidas corretivas, censurando propagandas em que o conteúdo faz apelação ao corpo da mulher como objeto, além de divulgar o empoderamento feminino, desconstruindo assim os esteriótipos impostos, com o fim de solucionar a problemática da objetificação da mulher