Objetificação da mulher na publicidade

Enviada em 27/07/2022

Segundo entrevista feito pelo data popular em 2014 “As mulheres mostradas em propagandas não se encaixam as mulheres da realidade”. Análogamente A isso, em pleno século XXI, a objetificação do corpo feminino ainda persiste na sociedade brasileira. Nesse viés, anúncios contendo conteúdo sexistas que estereótipo é uma mulher, além de dificultar a igualdade de gênero regride a cultura do estupro, entre outros fatores, são propulsores dessa problemática.

Ademais, é fato que conteúdo sexistas na publicidade deturbam e banalizam o conceito de mulher da vida atual, é um fator que dificulta a resolução da objetificação do corpo feminino. Tal qual, na música “surtada” de Dada Boladão e Tati zaqui, há um Evidente quadro de conteúdo sexista. Bem como, é nítido no caso de propagandas de cerveja, mas se manifesta também por outros produtos. Assim é inadmissível que esse cenário continue a ser perpetuado.

Outrossim a cultura do estupro e desqualificação da mulher, são pontos que impedem a igualdade de gênero, é um fator que dificulta a resolução dos entre através relacionados a objetificação do corpo feminino. Desse modo, o protagonista do filme “Eu não sou homem fácil” bate a cabeça e acorda em um universo onde as mulheres são o gênero dominante. Logo, as mulheres também se autobjetificam, dificultando o que diz respeito ao objetificação. Com efeito, é mister que esse quadro não perdure na Corporação brasileira.

Torna-se Evidente, portanto ,que medidas sejam tomadas. Para tanto, o ministério da mulher da família e direitos humanos- responsável pela Seguridade Social, com parceria com o poder legislativo- função de criar uma Norma na qual beneficie a mulher, de modo que elas possam trabalhar na publicidade sem ser objetificada, por meio de verbas públicas. Tal solução Visa compreender e difundir a ideia que estereótipa o corpo feminino. Feito isso, espera-se que a sociedade seja mais justa e solidária.