Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 27/08/2018

As primeiras experiências de transfusão sanguínea, datadas no século XVII, tiveram uma importância essencial no desenvolvimento científico da medicina. Desse modo, usada na Segunda Guerra Mundial, desempenhou a função de salvar a vida de soldados que, ocasionalmente, morriam com a perda de sangue. Contudo, certos aspectos sociais no Brasil atrapalham esse processo dinâmico.

A violência urbana, em todas suas manifestações, é a principal causa do aumento da demanda nacional. Por conseguinte, sendo efeito dos acidentes de carro ou das agressões físicas, essa realidade reafirma a crise na segurança, educação e da população.

Além desses fatores, os índices de doações, por sua vez, estão abaixo dos 3% aos 5% da população adequados pela ONU, sendo no Brasil são apenas 1,9%, segundo . Dessa forma, evidenciando os programas que estimulam a doação sendo pouco eficazes.

Todavia, construções e pré-conceitos sociais estimulam a segregação de alguns grupos, antes chamados de “risco”. Logo, os homossexuais, por exemplo, foram e ainda são julgados, e também às vezes impedidos de doar.

Portanto, devido aos fatos mencionados, é necessária mudança na mentalidade e de projetos governamentais. Logo, o financiamento, pelos poderes municipais, construção de mais hemocentros em cidades do interior para aumentar a coleta de sangue. Além disso, reforçar as divulgações de campanhas pelo Ministério da Saúde, para ampliar o conhecimento sobre o processo de doação e desmistificar os “grupos de risco”. Desse modo, levando ao Brasil uma maior qualidade de seus serviços públicos.