Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 29/08/2018
De acordo com a ONU, o número de doadores de sangue, no Brasil, é relativamente baixa para suprir a demanda dos habitantes no país, pois apenas 1,8% da população são doadores, sendo que o ideal considerado é de 3 a 5%. Pode-se concluir, indubitavelmente, que é preciso a mobilização de todos, para que o índice de doadores seja otimizado.
Em uma primeira análise, existem obstáculos para a doação, por exemplo, a ausência de informações a cerca desse tema, fazendo com que o indivíduo sinta-se coagido em relação aos procedimentos. Portanto, as campanhas publicitárias não são suficientes e tão pouco frequentes, levando ao impedimento do crescimento de doadores.
Outrossim, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um dos principais motivos para o impedimento de candidatos, é ser homens homossexuais, pelo fato de serem considerados um grupo de risco, devido ao elevado número de casos por DSTs, não podem fazer doação sanguínea dentro de 12 meses, caso estejam tendo relações sexuais. Entretanto, a OMS deviam rever seus conceitos em relação a esta questão, pois os heterossexuais também transmitem DSTs, caso não usem preservativos. Diante disso, será percebido que a necessidade de doadores é maior que este argumento.
Destarte, torna-se evidente, portanto, que é necessário mudanças. Desse modo, o Ministério da Saúde por intermédio da mídia, promova mais campanhas de incentivo á doação , com propagandas esclarecedoras e anúncios na internet, logo, a sociedade estará bem mais esclarecida e, possivelmente, mais pessoas participaram a favor desta causa, com o propósito de ajudar ao próximo. Ademais, o Governo Federal, junto com a OMS, devem mudar as leis que excluam os homossexuais, fazendo com que a taxa de doadores seja melhorado. Contudo, é imprescindível que todos se conscientizem, que compreendam e que se sensibilizem de que existem pessoas que precisam da doação de sangue para viver.