Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 06/09/2018
No período da segunda guerra mundial o exército de Adolf Hitler realizou inúmeros testes com humanos, e apesar de ser ilegais trouxe grandes avanços a medicina. Em analogia, a realidade atual do Brasil dispensa os progressos obtidos naquela época por conta das ineficiências governamentais e incapacidades dos hospitais. Nesse contexto, é evidente que as políticas públicas são insuficientes bem como a falta de estrutura.
Convém a destacar, a princípio, que há uma falta de estrutura não só aos hospitais dos grandes centros mais também em cidades menores, onde faltam unidades para fazer doação. Segundo o Ministério da saúde apenas 11,8% das cidades pequenas tem agência para transfusão de sangue. Nesse sentido, há desestimulo social, pois é preciso que o doador se desloque aos grandes centros, que muitas vezes é distante, para realizar tal ação. Desse modo, a estrutura inviabiliza que a população faça sua contribuição.
Outrossim, as políticas públicas insuficientes prolongam o imbróglio. Segundo Aristóteles, a justiça deve ser utilizada para atingir o bem comum. A cerca dessa Lógica, é notório que as atitudes governamentais brasileiras distanciam-se da visão aristotélica, pois, apesar do aumento de 10% nas doações em 2017 após as campanhas, conforme o el pais. Parte da sociedade carece de programas de informações claras sobre o procedimento. Dessa forma, a ausência de políticas públicas de alta eficiências acaba por perjurar a pátria.
Entende-se, portanto, que a falta de estrutura e a insuficiência do governo são os principais empecilhos para doação de sangue. Em síntese, é necessário que o Ministério da Saúde expandi as coletas, através de liberação de verbas, principalmente para regiões carentes de centros de coletas com fito de expandir. Além disso, cabe o governo conscientizar a população por meios de palestras, campanhas e eventos.