Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 28/08/2018
O Renascimento, no século XV, é notado como grande marco aos avanços das técnicas medicinais ocorrido na época. Com o decorrer do tempo, a medicina junto à tecnologia assolaram o mundo com seus avanços em conjunto, como o processo de doação de sangue, o qual proporciona um nova alternativa para se salvar vidas. Hodiernamente, no Brasil, essa técnica acaba que, frequentemente, barrada por preconceitos de gênero e a presença de doadores com sangue contaminados.
Dessa forma, devido a inibição de homossexuais à doarem sangue nos hemocentros por recomendação do Ministério da Saúde, a comunidade Brasileira perde, significativamente, uma porção de doadores. Entretanto, tal medida, é notada, de maneira discriminatória aos casais homoafetivos, uma vez que, não se há comprovação científica que relações sexuais com o mesmo gênero desencadeia novas doenças ou contaminações no sangue.
Além disso, os hemocentros sofrem com a chegada de doadores com diabetes miellitus e também o colesterol, o que impossibilita o processo de doação. Ambas as doenças são consequências do sedentarismo, devido à facilidade de acesso de insumos, o homem passa a se alimentar mais e se exercitar menos, processo reconhecido na época neolítica com o desenvolvimento da agricultura.
Por conseguinte, devido a polêmica de doação de homens gays, o Ministério da Saúde deve habilitar os homossexuais a doarem sangue, contudo, cabe ao receptor estar ciente que não se há confirmação científica de contaminações. Ademais, quando Durkheim afirma que, o fato social é uma maneira coletiva de pensar e agir, corrobora a ideia que, a sociedade deve seguir indicações pelo Ministério da Saúde em manter uma alimentação saudável e praticar exercícios comumente, para que futuramente se esteja adequado a doar sangue, para que assim se anule alguns fatores que impedem esse processo.