Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 29/08/2018

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De acordo com a ONU, o índice ideal de doações sanguíneas para uma população nacional se encontra entre 3% a 5%.Entretanto,esta não coincide com a situação do Brasil, o qual contabiliza apenas 1,8%.De forma a refletir para um estoque de crise nos bancos de sangue em diversos hospitais do país, ocasionando um transtorno a saúde pública.

Com o avanço da medicina antigos conceitos sobre a doação de sangue foram aperfeiçoados e anulados, em exemplo a classificação errônea de doadores homossexuais masculinos como grupo de risco.Apesar desse esclarecimento, ainda é presente o preconceito e assim o descarte de inúmeros contribuintes.Estimativas do IBGE relatam que são desperdiçados cerca de 18,9 milhões de litros de sangue por conta da restrição estabelecida a esse grupo social.

Nesse contexto é importante frisar a constante necessidade de abastecer os bancos de sangue, o qual é usado em casos de traumas emergenciais, cirurgias ou para o combate de doenças crônicas, como é o caso do tratamento oncológico.O reforço para este processo solidário é em grande parte contraposto pela presença de pequenos mitos sobre a segurança e regras da doação.Gerando a instabilidade para a coleta e distribuição desse item essencial, e muitas vezes a incerteza de vidas.

Portanto, a conjuntura estagnada de doações de sangue no Brasil desequilibra a saúde publica.Dessa forma o ministério da saúde e da educação devem em parceria intervir com campanhas em escolas e faculdades, a partir da apresentação de palestras e ação de projetos que ramifiquem a empatia comunitária.Para que haja a captação de doadores do futuro, em que doar seja um ato de cidadania e não apenas um lapso de solidariedade.