Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 02/09/2018

Funcionando conforme a primeira lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer no seu estado de movimento até que uma força suficiente atue sobre ele mudando de percurso, os desafios para o aumento da doação de sangue, no Brasil, é um problema que persiste na sociedade brasileira há algum tempo. Com isso, ao invés de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o percurso deste problema da, permanência para extinção, a falta de solidariedade por parte dos indivíduos em consonância com a escassez de informação são fatores que acabam por contribuírem com a situação atual.

Visto que,  o escritor Franz Kafka afirma que, a solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana. Entretanto grande parte dos indivíduos que vive no país, hodiernamente, são movidos pela necessidade ajudam somente quando precisam, acreditando-os que não tem nenhuma necessidade e atribuição em ajudar o próximo desconhecendo a importância de estar doando sangue frequentemente, visto que, uma simples ajuda pode transformar, unir e consequentemente salvar vidas. Assim, essas pessoas por não terem nenhum estimulo a doação não ajudam, como resultado  a falta de caridade por parte delas acaba contribuindo para a situação atual de persistência dos desafios para o aumento da doação de sangue.

Além disso, a falta de informação fomenta o desconhecimento a importância de estar doando sangue. Pois, as campanhas publicitárias, através da mídia, não são frequentes e, sem uma maior divulgação para a população, o número de doadores é menor que sua real demanda, visto que, segundo a ONU o ideal é que 3 a 5% da população de uma nação seja doadora, porém, nos últimos anos apenas 1,8% tem participado das doações. Desse modo, torna-se realmente inviável a mudança do percurso da insuficiente doação de sangue, no país, da permanência para extinção.

Fica evidente, portanto, a necessidade de uma tomada de medidas que realizem a mudança deste percurso. Assim, acima de tudo, os cidadãos da sociedade brasileira deve-se conscientizar melhor sobre esse desrespeito a noção de cidadania aumentando o número de doações para que possa atender a população em geral e salvar mais vida. Outrossim, seria interessante que a mídia, por meio das novelas e propagandas que abordem tal questão, buscasse orientar a população dos benefícios e as forma de doações  de sangue, para que as pessoas automaticamente venha ter vontade de ajudar o próximo exercendo a cidadania. Só assim a falta de solidariedade e escassez de informação funcionarão como o força descrita por Newton e mudarão o percurso da falta de de doação de sangue, da persistência para extinção.