Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 29/08/2018
Doar faz bem
Segundo Albert Schweitzer, médico, filosofo, teólogo e músico alemão: “Não devemos contentar-nos em falar do amor para com o próximo, mas praticá-lo.” Ainda no século XX, com os avanços científicos e a amplitude tomada pelas doações desde os tempos remotos. Na década de 40, a hemoterapia era adequada como uma especialidade médica, desde então, foi fundado no ano de 1942, na cidade do Rio de Janeiro, o primeiro banco de sangue público no Brasil.
Entretanto, já no século XXI, podemos identificar grandes vãos quanto a estimativa de doações efetuadas. Pesquisas realizadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde), revela-se um índice de 1,9% de doadores voluntários em todo o estado nacional brasileiro, sendo que, o estimável seja em torno de 3% a 5% no mínimo. Acredita-se que, uma das principais problemáticas enfrentadas pela população seja, a falta de informação sobre o procedimento, propagando então a ideia difusa de ser um procedimento pernicioso,
Em épocas de festividade, a demanda de doações tende a pender mais ainda, comprometendo o tratamento de um individuo perante suas enfermidades, a qual supre da necessidade da hemotransfusão. Segundo uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, realizada no ano de 2016, 1,6% da população brasileira, 16 a cada mil habitantes, são doadores voluntários.
Por conseguinte, é primordial estabelecer mecanismos para suscitar e instruir melhor a sociedade em um todo, a se tornar um doador de sangue, voluntário. Não obstante, meios midiáticos em conjunto com o Ministério da Saúde, elaborarem projetos como campanhas e palestras a fim de, retrair qualquer informação errônea e clarificar sobre a imprescindibilidade de se tornar um concessor. Em suma, como promulgada no ano de 1950, a lei 1075, provendo os doares á membros relevantes na sociedade e pátria. Consolidando então a citação feita por Albert, sobre doar-se a todos!