Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 29/08/2018
O simples gesto de solidariedade pode ajudar a transforma e salvar vidas. Como acontece no continente africano. Muitas pessoas se prontificam a fazer doações de alimentos e remédios àqueles que não têm acesso tão facilmente a esses recursos. Vários grupos de brasileiros surgiram para realizar arrecadações desses mantimentos. Porém, no Brasil, ainda existe a falta de empatia e obstáculos que dificulta a solidariedade, por exemplo, na doação de sangue.
Em primeira análise, a escassez de empatia é umas das causas mais significativas para à ausência de doadores sanguíneos. As pessoas não se preocupam tanto com o próximo e estão cada vez mais isoladas uma das outras. Segundo o físico Isaac Newton: “Construímos muros demais e pontes de menos.” Assim, a falta de solidariedade espontânea faz a quantidade de sangue disponível diminuir, consequentemente, um grande défice nos hospitais.
Em segunda análise, a restrição aos homossexuais acarreta uma diminuição significativa no número de pessoas que poderiam ser doadoras ativas, pois, no Brasil, existe uma grande comunidade de homossexuais. Logo, se cada um pudesse ser doador, aumentaria, segundo a Uol, em média, 27% no número de doadores já existentes. Afirmando, que essa restrição preconceituosa provoca um desfalque considerável no número de doadores. Os critérios devem ser comportamentais e não na opção sexual.
Portanto, medidas se fazem necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Educação deve realizar esforços educacionais em escolas por meio de campanhas públicas que garanta que as pessoas entendam a grande importância dessa ação solidária. Desse modo, as pessoas passam a entender e a se dispor a doar regularmente. Ademais, o Governo Federal, através de revisões das normas de restrição, incluirá os homossexuais na lista de doadores ativos. Com isso, o número de doadores possíveis aumentará. Quem sabe, assim, a abundância de sangue disponível deixe de ser uma utopia para o Brasil.