Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 31/08/2018
Segundo o escritor Franz Kafka, a solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana.Entretanto,no quesito da doação de sangue no Brasil a população deixa a desejar.Nesse sentido, deve-se analisar como o individualismo e a falta de informação influenciam na problemática em questão.
Em primeiro plano, é necessário entender como a falta de empatia e o individualismo são empecilhos para o crescimento do número de doadores. Isso porque,na pós-modernidade as relações sociais tornaram-se momentâneas e liquefeitas,conforme defendeu o sociólogo Zygmunt Bauman.Por consequência dessas fragilidades nos laços afetivos, potencializa-se o a despreocupação com o próximo e a maioria da população acaba, muitas vezes, negligenciando a ajuda para pessoas as quais dependem da transfusão de sangue.
Além disso, nota-se, ainda, que a falta de informação contribui para que o ato de doar sangue esteja cada vez mais distante da realidade dos brasileiros. Tal fato ocorre, pois, o desconhecimento decorre da insuficiência de campanhas do governo e da falta de abordagem sobre esse tema nas escolas. Segundo o Ministério da Saúde apenas 1,6% da população doa sangue regularmente. Em decorrência, dessa ausência de conhecimento, surgem vários mitos sobre a doação de sanguínea e consequentemente o não aumento no número de doadores.
Torna-se evidente, portanto, que a questão da doação de sangue no Brasil precisa ser revisada. Em razão disso,o Ministério da Saúde,juntamente com as Mídias televisivas, devem promover campanhas regularmente para incentivar a doação sanguínea e informar a população, como é de fato a transfusão. Através de comerciais que estimulem tanto o público adulto quanto infantil. Com objetivo de aumentar o número de doadores agora e também no futuro. Dessa forma, a frase de Kafka será reconhecida no Brasil com o aumento dos voluntários para transfusão sanguínea.