Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 06/09/2018

Nada é permanente, salvo a mudança. Segundo, Heráclito de Éfeso, filósofo, uma situação nunca será irreversível, se for tomada a devida atitude. No entanto, não é o atual caso do Brasil. O país está sofrendo com falta de doadores de sangue, devido a má formação do cidadão doador, e a desconcientização das pessoas em relação à importância da doação sanguínea.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), um país deve ter entre doadores, 3 a 5 % da população total. Atualmente, o Brasil conta com 1,6% da população sendo doadora, longe do ideal. Isso demonstra a inefetividade da criação de doadores, já que deviam ter sido colocados nesse meio desde cedo, tornando-se um dos principais obstáculos da contribuição de sangue, onde o indivíduo cresce sem essa percepção e educação. Dessa forma, não tomando a devida atitude, como dito pelo filósofo.

Em contra partida, o brasileiro não vive em um meio que seja demonstrada a importam do auxílio sanguíneo, com a falta de divulgação necessária. De acordo com a OMS, para a efetividade dessa oferta, os concessores devem ter um percentual de 100% voluntários, porém, isso não acontece. Na maioria das vezes, o ente doa sangue em casos de urgência, na necessidade de um familiar ou amigo, demonstrando total desconcientização de uma questão tão importante. Sendo assim, uma situação que não tem mudança, contrária do pensamento de Heráclito.

O Ministério da Saúde unido ao Governo, devem utilizar campanhas para maior meio de propagação, divulgando a importância da doação sanguínea, devendo usar os pais e escolas como meios de divulgação para produção do novo doador. Criar também projetos sociais para aumentar o número de doadores voluntários, aumentando a efetividade da oferta e dos dadores, concientizando a importância da voluntariedade. Sendo assim, possível atingir o nível ideal e qualidade dos doadores, se tornando a mudança descrita pelo filósofo, Heráclito de Éfeso.