Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 01/10/2018
Salve uma vida: Doe sangue
Durante a Segunda Guerra Mundial, milhões de pessoas iam à bancos de sangue com o escopo de ajudar os soldados feridos do conflito. Hodiernamente, o descaso da população acerca da doação de sangue representa a falta de empatia social. Logo, é mister analisar os fatores que realizam a manutenção dessa problemática a fim de promover atos solidários.
Em primeira instância, o pouco incentivo do governo, aliado à falta de informação da população, mantêm os baixos índices de doação. Segundo os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), somente 1,8% da população faz doações durante o ano, evidenciando a falta de apoio dos órgãos públicos em promover políticas de incentivo.
Em segunda análise, a negligência e o egoísmo social acabam por colocar os indivíduos doentes à margem do descaso. Nelson Mandela, ex-presidente da África, disse que ajudar o próximo é ajudar a si mesmo. Portanto, faz se necessário que medidas sejam tomadas para que a equidade social se estabeleça.
Por fim, para que as melhorias acerca da doação de sangue sejam impostas, o Ministério da Saúde (MS), em união à mídia, deve divulgar campanhas publicitárias por meio de jornais, revistas e programas televisivos com o intuito de alertar sobre a importância desse ato solidário. Outrossim, o governo deve criar mais pontos de coleta. Desta forma, romperemos a banalização — segundo a teoria de Hannah Arendt — que envolve a doação de sangue no Brasil.