Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 02/10/2018

No Brasil, há uma enorme ignorância  da população brasileira diante à doação de sangue. Pois, antigamente pelas poucas informações adquiridas dos habitantes e estudos dos cientistas inventaram-se histórias que se repercutem até hoje. Como exemplo, que o sangue engrossa após fazer a doação, o que causa um obstáculo no próprio psicológico das pessoas. Entretanto, há algumas regras de segurança que trás pensamentos questionáveis de ações discriminativas na hora da doação de sangue, o que dificulta à doação.

De acordo com os dados do IBGE, 101 milhões de homens que vivem no país, e do total, 10,5 milhões é homo ou bissexual. Porém, existe uma política que para um homem doar sangue ele precisaria passar um ano sem transar com outro homem. Isso significa que são desperdiçados 18,9 milhões de litros de sangue por ano, já que os  homens podem doar quatro vezes em um ano.

Atualmente, os profissionais da área da saúde lutam para acabar com os mitos e os medos que circulam à sociedade pela doação de sangue, e outros assuntos que envolvem à ciência. No passado, a população era atraída à doar sangue por conta da remuneração que era se dada, mas por questões de saúde, tanto de quem doa quanto de quem recebe, mudou-se está forma de agir. Portanto, hoje, quem doa o seu é interesse é por salvar vidas.

Nesse momento, as políticas públicas são essenciais para a mudança nesse aspecto social. Há alguns programas existentes para o incentivo da doação de sangue, como o dia do doador. Porém, há falta de assistência ou entendimento em atender às pessoas homossexuais. De acordo, com 5º Art. da constituição todos somos iguais perante à lei. E se, não há outros motivos daquela pessoa não poder doar, não há razões para um homossexual ter dificuldades a esse acesso. Assim, aumentará os litros de sangue por ano e salvará mais vidas.