Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 13/10/2018

Durante a Segunda Guerra Mundial, o avanço da medicina ocupou grande importância na vida dos soldados feridos, proporcionando assim, a doação de sangue. Hoje, apesar de tempos distintos, a adoção no Brasil enfrenta dificuldades com a falta de informação, discriminação e desigualdade. Sendo assim, é preciso rever os conceitos nefastos na sociedade.

Em primeiro lugar, a falta de informação amplia o desconhecimento da doação de sangue. De modo que, as companhas publicitárias não são frequentes e, sem uma maior divulgação à população, o número de doadores faz-se menor do que a real demanda. No estado da Bahia, por exemplo, nos meses de fevereiro e junho, há uma grande concentração de festas  e com isso, uma maior  ingestão de bebidas alcoólicas e motoristas embriagados, o que faz com que o índice de acidentes de trânsito aumentem cada vez mais. Sendo assim, a urgência por doação de sangue é maior.

Outrossim, a contribuição por homossexuais é um obstáculo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), os cidadãos que têm relação homoafetivas  constituem o chamado “grupo de risco”, haja vista que, nos anos de 80 houve uma epidemia de HIV. Nesse contexto, ocorre uma exclusão desses indivíduos que tenham realizado sexo até um ano. Conquanto, a orientação sexual não deve ser critério de seleção, mas sim a condição de saúde de cada pessoa.

Fica claro, portanto, que é essencial superar as barreiras da doação. Sendo assim, é preciso que o Governo em parcerias com a OMS, altere as leis que excluem os homossexuais com o objetivo de diminuir o preconceito e, usar a tecnologia como meio de avaliar o indivíduo de acordo com a saúde sanguínea do homem. Além disso, a mídia como papel informativo crie propagandas de incentivo a doação de sangue, seja pela internet, televisão, em áreas físicas, como ortdoors. Além disso, a escola juntamente com a família, promova palestras abordando a relevância de ser doar para que quando crescerem  saibam exercer a solidariedade e empatia com o próximo. Só assim, a transfusão sanguínea será ampliada no Brasil.