Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 18/10/2018

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a questão dos obstáculos para a doação de sangue no Brasil,hodiernamente verifica-se que esse ideal iluminista, é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligado a realidade do país, seja pela falta de conscientização das pessoas, ou seja pela deficiência estrutural. Nesse sentido convém analisarmos as principais consequência de tal postura negligente para a sociedade.

É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causa do problema. Segundo filósofo grego Aristóteles, a politica deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga é possível perceber que no Brasil, a falta de conscientização do ser humano rompe essa harmonia, haja vista que, escassez de doadores é delimitada pelo fato da sociedade não está preocupado em exercer ajuda ao próximo, tornando o país com o menor índice de bolsa de sangue da América Latina segundo a ONU.

Outrossim, destaca-se a deficiência estrutural como o impulsionado de problema. De acordo com Durkein, o fato social é a maneira coletiva de agir e pensar, dotada de exterioridade, generalidade, coecetividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que esse tal esteriótipo afeta a ao grupo como um todo, de certo, os especialista explica, que não basta elevar o número de doação de sangue, sem aumentar a eficiência do produto. Portanto, é necessário que o governo tire todos os paradóxicos relacionado a esse problema, tornando claro a necessidade doação de sangue, quebrando os paradigma da sociedade.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem a construção de um mundo melhor. Destarte o estado deve agir com relação a equipamentos,para garantir melhoria a estrutura do Hospital. Logo, o Minístro da Educação deve instituir, nas escolas, palestra ministrada por psicologo, que discutam o combate sobre o mito da  doação de sangue, afim que o tecido social se desprenda de certos tabus, para que não viva a realidade das sombras, assim como na alegoria da caverna de platão.