Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 24/03/2019

Ao se fazer uma análise da sociedade brasileira é perceptível que há obstáculos para doação de sangue no Brasil, a qual é de extrema importância. A priori, vale retratar as dificuldades encontradas pelos homossexuais, já que só podem fazer a doação de sangue  após 1 ano sem se relacionar com outro homem (HSH). Além disso, mesmo com todos os incetivos  nas campanhas de doação de sangue, muitas pessoas não sabem como doar. Cabe, pois, uma reflexão sobre está realidade apresentada.

Em primeira análise, a limitação que os homossexuais têm na doação sanguínea requer uma discussão. Pois, os homens sejam eles homo ou bissexuais se pudessem doar sangue à cada 60 dias, assim que repusessem o ferro, não só aumentaria a parcela de bolsas sanguíneas  com a doação, como também não haveria os desperdícios de vários litros de sangue à cada  12 meses. Por conseguinte, os hemocentros devem analisar as amostras sanguíneas antes de usar critérios sexuais e discriminatórios para seleção de doadores.

Em segunda análise, a falta de conhecimento por parte da população sobre as campanhas de doação de sangue é um dos principais limitadores para o aumento da mesma. Embora, ao relacionarmos  o Brasil a outros países da América Latina, o país fica para trás quando o assunto é a doação de sangue para com seus semelhantes.

Desse modo, para alcançar tal objetivo, será preciso enfrentar desafios que ainda atravancam o potencial das doações.

Portanto, o governo, junto aos indivíduos, devem ampliar ainda mais as campanhas de doação de sangue, com um esforço educacional nas escolas para que os indivíduos entendam a necessidade e se desponham a doar sangue regularmente, trabalhando sobretudo a consciência e a solidariedade das  pessoas com o próximo. Conforme, afirmou Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Assim, o entrave de doação sanguínea no país será amenizado.