Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 09/04/2019

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. Sem embrago, quando se examina " Os Obstáculos para do doação de sangue, no Brasil “, na contemporaneidade, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não como desejado na prática e a problemática persiste profundamente ligada à realidade do país. Nesse seguimento, convém analisar as principais consequências de tal postura negligente para sociedade.

Em primeira análise, de maneira congênere, é possível perceber, que no Brasil, a derrubada dos obstáculo para doação de sangue exige tempo, trabalho coordenado e planejamento.  A Inglaterra e o Canadá, foi os países que mais investiu na efetividade da doação de sangue no mundo. Assim sendo, a Inglaterra e o Canadá, foi os países que mais investiu tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como politicas de divulgações em programas de tv, efetividade no acolhimento dos voluntários, regras rigorosas, mas não discriminatórias para doação de sangue, organização e planejamento nos lugares de doação, assim, facilitando a vida dos doadores para que possam voltar mais vezes.

Idem, destaca-se a pouca população de doadores de sangue como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coletividade. De acordo com pesquisas do Instituto Brasileiro de Pesquisas e Estatística ( IBGE ) em 2014, apenas 1,8% da população brasileira doou 3,7 milhões de bolsas. É bastante sangue, mais é pouca gente em uma população de aproximadamente 200 milhões de habitantes. É necessário que medidas  sejam tomadas pelo governo para que possamos superar essa problemática.

É notório, portanto, que ainda há limitações para garantir a solidificação de políticos que visem a construção de um mundo melhor. Destarte, o Ministério da Saúde conjugue com o governo deve instituir políticas como a da Inglaterra e o Canadá, que é investir tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como politicas de divulgações frequentes na tv, efetividade no acolhimento dos voluntários, da continuidade em regras rigorosas, mas não discriminatórias para doação de sangue e organização e planejamento nos lugres de doação de sangue. Segundo o Pedagogo Paulo Freire, a educação muda as pessoas e essas mudam o mundo.