Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 01/05/2019

Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem estar social. Conquanto, a grande fila de espera nos hospitais para receber sangue, põe esse direito em prova. Nessa perspectiva, esse desafio deve ser superado de imediato, para que um número maior de pessoas possa ser beneficiado.

Em primeiro lugar, é indispensável lembrar que, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2014 apenas 1,8 da população brasileira doou sangue. Inquestionavelmente, tal número é muito pequeno perto de tamanha necessidade, visto que, diariamente acidentes de trânsito e/ou de trabalho, doenças hematológicas ou fatalidades em geral, colocam milhares de pessoas em longas filas de espera por sangue compatível.          Faz-se crucial ainda salientar a pouca divulgação como incitadora do problema. Segundo Séneca, filósofo italiano, muitas vezes uma pequena oferta produz grandes efeitos. Diante de tal contexto, conclui-se que a solidariedade ainda é a maior esperança para quem espera.

Infere-se, que ainda há entraves para que a baixa doação de sangue seja suprida, portanto, medidas são necessárias para solucionar esse problema. Cabe ao governo divulgar tal necessidade, por meio de campanhas em escolas e empresas, e propagandas publicitárias nos meios de comunicação, detalhando as condições em que o doador deve se encontrar, onde doar e os cuidados após a doação. A partir dessas ações, espera-se superar esse preconceito cravado na sociedade brasileira.