Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 17/06/2019

No longa-metragem “Uma prova de amor” - estrelado pela famosa atriz Cameron Díaz -, pode-se acompanhar a trajetória de suas duas filhas, uma que sofre com as mazelas do câncer, e outra que foi criada apenas para transplantar órgãos de que sua irmã precisa. No entanto, fora da ficção, o tabu importo pelo filme prevalece nas discussões atuais: a doenças de órgãos no Brasil tem uma má conduta em relação à distribuição de informações que, na maioria dos casos, influencia negativamente nas decisões das famílias. Além de que o impacto da doença deve ser viabilizado de maneira gratificante, aproximando familiares lesados dos necessitados, sendo assim, indispensável a pautação do assunto.

Em primeiro lugar, sabe-se que, de acordo a Organização Mundial da Saúde, o risco dos transplantes darem errado são mínimos e, por muitas vezes, as filas de espera são gigantescas. Entretanto, essas questões não são enaltecidas na mídia, com total irrelevância na decisão de ser um doador. Assim, é fato que a desconfiança no processo medicinal é questionável e os familiares não se sentem seguros ao tomar esse rumo, dificultando o esclarecimento das dúvidas.

Com isso, a influência do Governo nos quesitos emotivos, também são importantes. A falta de cuidados no setor médico com a relação social é indispensável e, concomitantemente, necessita de atenção da parte de todos. Com a aproximação entre ambas famílias envolvidas, o poder de certeza ganha uma visão mais leve, sem toda pressão burocrática exercida no momento difícil. Bem então, ao colocar-se no lugar de outra pessoa, pôde-se sentir empatia e considerável confiança nesse quesito.

Sob esse viés, para que haja mudanças no combate dos desafios da doação de órgãos no Brasil, urge que o Ministério da Saúde faça adequações na divulgação dos programas doadores, por meio de propagandas midiáticas, assim alertando o quão importante é fazer parte desse grupo. Do mesmo modo, é mister que o Governo tome providências em iniciativas sociais e, com o apoio dos hospitais, tornar possível uma convivência no âmbito dessa causa, envolve novas possibilidades nas decisões. Dessa forma, será possível promover uma harmonia no problema, como na trama contada, a linha tênue que existe entre a vida e a morte pode ser superada apaziguando a dor da perda com a da felicidade, principalmente ao receber uma prova de amor.