Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 21/06/2019

Os primeiros históricos de doação de sangue só foram possíveis durante a Segunda Guerra Mundial, após anos de estudo sob esse método que acabaria salvando inúmeras vidas. No entanto, o Brasil apenas possui anualmente uma pequena parcela de 1,9% de doadores, sendo o ideal de 3 a 5% da população, o que nos leva a perceber a falta de interesse e até mesmo a falta de informação necessária sobre o procedimento.

Além disso, diversas pessoas por motivos de doenças ou por causa de acidentes, acabam perdendo muito sangue e por isto muitos vem a falecer. Embora, outros pacientes consigam receber a doação e se salvam, o ato de doar sangue é salvar vidas, dar uma nova chance para que estes possam voltar a sonhar novamente.

Em contrapartida, muitos ainda acreditam que durante todo o processo para a transfusão, pode acontecer de serem contaminados com algum tipo de doença, por  meio da agulha, ou que no momento de aplicar a agulha na veia a dor possa ser forte, ou que após a doação, podem passar muito mal e viciarem.

É valido citar o exemplo do ocorrido durante a Revolta da vacina, no século XX, quando a população carioca se revoltaram contra a imposição do procedimento da vacina por, principalmente, desconhecerem e terem medo. Entretanto, é importante salientar que todos esses mitos são criados pelas falta de informação necessária.

Sendo assim, surge a necessidade da criação de novas propagandas sobre o tema, por meio de campanhas na televisão, rádio e anúncios na internet, para que chegue ao alcance de todos. Enfatizando que na doação não há dores e é totalmente seguro. Contudo, vale frisar a importância desse gesto nobre, que de fato possibilita aos receptores a chance de recomeçar a viver.