Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 05/07/2019

A sociedade humana evolui desde seus primórdios, por exemplo, descobriu células hematopoiéticas que circulam pelos capilares sanguíneos. Sabe-se que infelizmente este progresso ainda apresenta barreiras, devido a falta de bolsas de sangue nos hospitais do mundo inteiro e que diminuem, pela lei da ação e reação de Isaac Newton, a expectativa de vida dos acamados.

No século XIX, Karl Landsteiner alongou o curso da vida a partir da descoberta de anticorpos e polissacarídeos que realizam reações que podem trazer benefícios vitais. O médico classificou as tipologias em A, B e O, e a partir de então a busca por doadores destes é essencial, por mais que nem sempre satisfatória.

O ser humano, em média, necessita cinco poucos litros de sangue para um bom funcionamneto do sistema circulatório e harmonia dos outros, embora os homocentros estão vazios de solidariedade e amor consequentemente. O vazio aumenta durante o período de férias, quado muitas pessoas buscam menos estas entidades.

Por conseguinte, presencia-se uma sociedade paradoxal, que embora tenha desenvolvido valores tecno-científicos, ainda não abandonou o isolamento afetivo do paleolítico, ou seja, o egocentrismo caracterizado por Jean Piaget na teoria da epistemologia genética, em que relaciona as dimensões morais e éticas dos indivíduos no compromisso social.

Diante do exposto, cabe às instituições educacionais a realização de palestras e reuniões para que se oriente sobre a importância de romper as barreiras da indiferença. Propagandas e anúncios em vários recursos midiáticos podem também desenvolver nestes alunos,  a empatia.